CURIOSIDADES SOBRE O BIFE - VOCÊ SABIA?

CURIOSIDADES SOBRE O BIFE - VOCÊ SABIA?


Os carnívoros veneram um bife suculento, e o ponto é a gosto do freguês. Mas o que esses apreciadores desconhecem é que os modos ancestrais de consumir o bife não eram assim tão incríveis como os de hoje em dia.
Você sabia, por exemplo, que, na Idade Média, era comum preparar e comer a carne com o mesmo punhal utilizado nas caçadas e batalhas? Aversões à parte, esse comportamento rude só começou a mudar graças aos monges medievais, que incentivaram a padronização e a higienização no preparo do bife, bem como a instauração das boas maneiras à mesa.
Se você quer desvendar mais curiosidades sobre um dos pratos mais conhecidos do mundo, este artigo está recheado de informações para você ampliar o seu conhecimento acerca do extraordinário bife. Confira!

ORIGENS DO CONSUMO DE BIFE
As pinturas rupestres, aquelas mais antigas representações artísticas gravadas em cavernas, ilustram a prática milenar: caçar o animal garantia a sobrevivência e, de quebra, funcionava como uma estratégia de defesa para o caçador não ser devorado pelo animal.
Depois, com a descoberta do fogo, os homens das cavernas começaram a desvendar as vantagens daquilo que, milênios depois, se transformaria num bom barbecue.

PROFISSÃO IMPRESCINDÍVEL
Avançando um pouco para a Antiguidade Romana, a sabedoria de cortar bem o bife possibilitou um melhor aproveitamento das partes do animal, o que, consequentemente, aprimorou o consumo. Esse talento passou a ser aclamado, e, assim, a profissão do açougueiro começou a ser instaurada. Mas os açougues só foram, de fato, autorizados a cortar e comercializar a caça após a derrubada do Império Romano pelos reis da Idade Média. As balanças, por sua vez, só passaram a ser obrigatórias centenas de anos depois, no século 16.

BIFE SANGRENTO
Durante a Idade Média, a habilidade de manejar a espada com maestria era requisito para se tonar um cavaleiro nobre e bem-sucedido, tanto para sacrificar e esquartejar o animal quanto para eliminar os adversários em combate.

O NASCIMENTO DAS CHURRASCARIAS
Grelhar a carne diretamente no fogo trouxe uma experiência rica de sabores, aliando a defumação à gordura e aos sucos do bife e também às especiarias adicionadas no prato.
Sabe-se que, por volta do século 19, essa técnica culinária foi estabelecida na América do Sul, relacionada aos porcos, animais predominantes na região, estabelecendo-se assim a carne suína como a pioneira do preparo em grelha.

BARBECUE
Apesar das origens suínas da carne grelhada, muito se fala acerca do berço do verdadeiro barbecue de gado. A palavra bife, por exemplo, é uma variação da palavra inglesa “beef”, que significa carne. No entanto, a palavra inglesa beef teve a sua origem a partir do francês boeuf (buef, no francês antigo), que quer dizer “boi”.
A palavra francesa, por sua vez, surgiu a partir do latim bos, que também é traduzido como “boi”, assim como o termo grego bous, que também possui o mesmo significado.
A expressão “churrasco”, por sua vez, é uma tradução da palavra barbecue, mesmo sendo o verdadeiro barbecue um pouco diferente do churrasco brasileiro.
Devido a essas influências, o clássico bife grelhado de carne bovina, provavelmente, deriva dos norte-americanos, cujo orgulho os coloca no topo do mercado alimentício com uma série de churrascarias, hamburguerias e steakhouses popularizadas ao redor do mundo.

FARTURA
Independentemente das inúmeras formas de preparo, cada qual em sua região de origem, o fato é que a carne é sempre sinônimo de fartura e abundância e jamais é associada à miséria.
Por isso, hoje, os degustadores se reúnem diante da churrasqueira para apreciar a carne da maneira mais pedida, que cozinha rapidamente, tornando o bife o menu principal de encontros informais, festas e comemorações.

O ESPETACULAR CHATEAUBRIAND 
Você já conhece os bifes acebolado, a cavalo, rolê e empanado. Mas, talvez, ainda não tenha experimentado um sabor tão espetacular quanto o do Chateaubriand.
O Chateaubriand, coração do Filet Mignon é o corte mais nobre do boi, com garantia de maciez e sabor se bem preparado. É um corte de grande ostentação, seja pelo sotaque francês ou por ser conhecido no mundo todo e estrelando pratos de chefes da gastronomia mundial. É versátil, saboroso e consegue ser magro e macio ao mesmo tempo. Na hora do preparo, é bom evitar que ele passe muito do ponto a fim de preservar a sua textura.

PONTO DA CARNE
Por fim, falando em ponto, você sabe diferenciar as etapas de cozimento da carne? Confira as dicas básicas:

  • A carne é servida mal passada quando está vermelha por dentro e macia;
  • É servida ao ponto quando está rosada por dentro e ainda macia;
  • É servida bem passada quanto está marrom por dentro e mais rígida.
E você, qual tipo de bife prefere? Deixe a sua opinião nos comentários!

Depois de conhecer a história do bife, você deve estar com água na boca, não é? Então, confira nossos melhores cortes!